Não gosto de definições. Definições costumam dar uma visão muito superficial da realidade. Neste espaço irei apenas escrever, superficialmente, acerca de alguém, que não pode ser definido. Precisa ser conhecido, descoberto, resgatado.
Sou chamado Leo, filho de O e de Ferreira. Tenho uma personalidade peculiar e distinta.
Gosto de leitura, bons filmes, lutas e escrever. Sim, minha verdadeira paixão... escrever. Não gosto de conceitos limitados, prefiro as reticências às exclamações e pontos finais... procuro desafios... sou movido por eles... novas ideias e novas possibilidades me fascinam. Não tenho muita sorte com o amor. Aliás, o amor não passa de uma definição... que espero com certeza vivê-la, em toda a sua essência.
O mundo é um lugar habitável, as pessoas, no entanto, é que não servem para serem habitantes. Vivemos em um mundo de conceitos, de críticas e de ausência de inteligência.
Escrevo aqui com o intuito de romper com todos esses padrões, ser sincero ao extremo e divulgar a limitada inteligência que adquiri em todos esses 27 anos. Não gosto de redundâncias... o que é repetitivo é entediante, rotineiro... Sou um cara ultrapassado. Gosto de romantismo, flores, chocolate e cavalheirismo. O romantismo sincero quase sempre define a personalidade do homem, você pode conhecê-lo pela gentileza e pela maneira como fala com as mulheres... costumo achar que a vida foi feita para ser vivida em toda a sua essência e sempre pensei que no final de tudo sempre existiria a realização do sonho, momento após momento, realidade após realidade... felicidade... ou a busca incansável por ela.
Postagem feita originalmente em 28 de dezembro de 2014.

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